sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ata de Reunião dia 12/01/2012

Porto  Alegre, 12 de janeiro de 2012
Ata de Reunião realizada nesta data na sede do Sindimetrô, com os funcionários do Seope e Setra, para tratar de diversos assuntos, referente a implantação por parte da empresa da redução do horário da jornada noturna, ficou acordado entre os presentes  que será o seguinte: o funcionario  fará uma conferencia minuciosa  dos valores, obedecendo os procedimentos da empresa, e o que estiver saindo também executara os procedimentos de conferencia do fechamento do caixa do mesmo modo que o agente  do próximo turno que receber também fará a conferencia de abertura do caixa. O registro de saída será efetuado após encerrados os trabalhos de fechamento de caixa, sendo que será avisado o CCE, caso não seja possível realizar as tarefas dentro do novo horário.
 a)   Quanto a escala 4x2 solicitamos que os colegas novos tragam ao sindicato a cópia dos contratos para ser feito análise jurídica.
b)    Troca de padrão já esta em estudo como abrir novo processo.
c)     b) Foi relatado pelo Diretor Chagas que quanto as avaliações já foram encerradas e mexer nelas agora é praticamente impossível.
d)    c) Mencionando o assunto que os colegas no turno dia ainda estão vendendo o intervalo.
e)    d)  Também foi discutida a retirada da dupla de segurança da estação Mathias Velho no turno tarde, os funcionários reivindicaram a presença de segurança operacional ás 24hs.
f)     e)  Quanto  falta energia comercial deslocar o robô-kop para a estação.
g)     f) Rodoviária possui três equipamentos a sugestão e deslocar uma para um ponto estratégico.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

CONCURSO METRO - SP

A Companhia do Metropolitano de São Paulo – Metrô abriu inscrições para concurso público. São 63 vagas imediatas e formação de cadastro reserva para diversos níveis de escolaridade e cargos.

Candidatos com ensino fundamental completo e curso de qualificação específico podem concorrer aos cargos de oficial de manutenção e de usinador ferramenteiro. Para os candidatos com nível médio, há vagas de assistente administrativo, auxiliar de enfermagem do trabalho, oficial de logística (almoxarifado), técnico de segurança do trabalho, técnico de sistemas metroviários e de operador de transporte metroviário. As oportunidades de nível superior incluem advogado júnior, engenheiro júnior, engenheiro de segurança no trabalho, médico do trabalho e analista de desenvolvimento e gestão júnior (várias áreas de formação).

Os salários variam de R$ 1,3 mil a R$ 5,4 mil. Entre os benefícios oferecidos figuram: bilhete de serviço com acesso gratuito ao sistema metroviário, auxílio alimentação, auxílio refeição, previdência suplementar, seguro de vida e plano de saúde.

O concurso terá provas de conhecimentos básicos e específicos, que estão agendadas para 11 de março. As taxas de inscrição para os cargos de Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Superior são, respectivamente, de R$ 45, R$ 65 e R$ 95. A data limite para se inscrever é 23 de janeiro.

EDITAL
- INSCRIÇÃO

FONTE: Fundação Carlos Chagas
Publicado: 05 de Janeiro de 2012

CORREIO BRAZILIENSE - Greve dos Metroviários/DF

Com a greve dos metroviários, usuários vivem verdadeiro martírio nos vagões

Lucas Tolentino
Roberta Abreu

Se andar de metrô em dias normais é difícil, os desafios são maiores durante a greve dos servidores do sistema, que está perto de completar um mês. A começar pelo tempo médio de espera de 20 minutos para embarcar — em dias normais, o intervalo é de 5 minutos. Quando o trem chega, o que se vê é um empurra-empurra para garantir um lugar em um dos vagões. Uma vez dentro, é quase impossível encontrar uma barra livre para se segurar. Na hora de descer, mais problemas. Com o trem lotado, alcançar a saída é uma maratona porque muitas pessoas querem assegurar um lugar na porta.

A reportagem do Correio acompanhou o martírio dos usuários do metrô pela manhã e na volta para casa. Na noite de quarta-feira, uma equipe embarcou na estação central, na Rodoviária do Plano Piloto, até Águas Claras, nas linhas que seguem para Ceilândia e Samambaia. No começo da manhã de ontem, o trajeto percorrido foi de Ceilândia para o Plano Piloto. Em todos os lugares, a cena se repetia. Nem mesmo mulheres com crianças de colo conseguiam lugar para se sentar.

A greve dos servidores do Metrô completa hoje 26 dias. Enquanto o sindicato da categoria e o Governo do Distrito Federal não chegam a um consenso, a população enfrenta longas filas nas estações, viagens desconfortáveis e atrasos para chegar ao trabalho. O número de usuários caiu de cerca 100 mil nesta época do ano para 60 mil, segundo o diretor-presidente do Metrô-DF, David José de Matos.

A linha verde, responsável pela ligação entre Ceilândia e Plano Piloto, é a mais lotada. No início da manhã, os trens começam a encher nos primeiros pontos de parada da região administrativa distante 25km do centro de Brasília. Não há mais assentos livres e as barras de ferro parecem poucas para tantas mãos em busca de apoio. Ao se aproximar das estações de Taguatinga, os passageiros sentem dificuldades para entrar nos vagões. Muitos decidem aguardar o próximo trem.

A superlotação fica evidente na estação Praça do Relógio. Com uma mala de viagem em mãos e acompanhada de uma amiga, a operadora de caixa Marinalva Pereira, 35 anos, tinha certeza de que não haveria espaço quando viu a quantidade de pessoas pela janela do carro. As duas iam para a Rodoviária Interestadual e fizeram inúmeros pedidos de licença. Contaram com a compreensão dos usuários em se apertar ainda mais para conseguir um cantinho no vagão. “Não tem lugar suficiente para a gente se segurar. Já quase caí várias vezes”, reclamou Marinalva.

Para os deficientes físicos, é ainda mais difícil usar o sistema com os funcionários em greve. Cadeirante, o técnico em eletrônica José Arquimedes da Silva, 53 anos, deixou de recorrer ao transporte sobre trilhos em horários de pico. “Ainda bem que a maioria das coisas que preciso resolver pode ser feita mais tarde, depois das 9h”, explicou. Ontem, ele ia de Ceilândia à 114 Sul para dar entrada na documentação a fim de conseguir o passe livre. “A sorte é que, nas horas que o trem está mais cheio, as pessoas ajudam e dão passagem”, contou.

Sufoco
Na volta para casa, a maior concentração de passageiros é na estação central, na Rodoviária do Plano Piloto, onde a todo instante chegam mais pessoas. Ao longo do trajeto, os trens ficam mais lotados. A espera também é de cerca de 20 minutos. A dona de casa Jaqueline Alves Lima, 28 anos, passou por um sufoco. Acompanhada dos pais, Antônia e Raimundo, e do filho Murilo, de 3 anos, ela conta que a família esperou quatro trens até conseguir entrar. “Estava muito cheio. Essa greve é péssima e prejudica quem não tem nada a ver”, reclamou. Jaqueline, o filho e os pais são moradores de Águas Lindas (GO) e seguiriam de ônibus para casa após descerem em Taguatinga. “Ainda bem que não precisamos utilizar o metrô todos os dias”, completou Jaqueline, tentando se equilibrar com Murilo em um braço enquanto o outro estava enroscado na barra próxima à porta.

O servidor público Valdemar Alves de Oliveira, 53 anos, até tentou usar o carro durante a greve dos metroviários, mas desistiu após uma semana. “Apesar da demora, ainda é mais viável financeiramente”, explicou. Valdemar mora em Águas Claras e trabalha no Plano Piloto. Segundo ele, o horário mais cheio é no início da manhã. “Muita gente começa a trabalhar no mesmo período e na hora de ir embora dá para sair mais tarde”, avaliou.

A demora e a aglomeração de pessoas são as reclamações da servidora pública Sandra Silva, 52 anos. “Normalmente já é cheio. Com a greve, fica pior”, contou. Moradora da Águas Claras, ela contou que, para não se atrasar, sai de casa pelo menos meia hora mais cedo. “Essa greve prejudica a comunidade, mas se é o meio que (os trabalhadores) encontraram, temos que aguentar as consequências.”

Redução
Com a greve dos metroviários, o Metrô disponibiliza nove trens nos horários de pico, em vez de 24 vagões. Em outros períodos, esse número cai para seis. Fora do período de férias, 160 mil pessoas utilizam o sistema todos os dias.
Publicação: 06/01/2012 11:00

METRO-DF: Greve por tempo indeterminado

Greve dos metroviários – 4 semanas e nenhuma proposta

Hoje, debaixo de chuva, os metroviários se reuniram em assembleia em frente ao Palácio do Buriti. Aguardaram por uma proposta, que não chegou. Mas o governo fez um pedido para que os trabalhadores suspendessem a greve, sem qualquer resposta a suas reivindicações e com os dias de greve descontados. Por óbvio, o pedido foi rejeitado por unanimidade. A greve continua e uma nova assembleia foi marcada para sexta-feira, às 20h, na Praça do Relógio (Taguatinga).
Os trabalhadores aproveitaram a ocasião para fazer uma manifestação. Externaram seu descontentamento com a forma com que a suposta negociação tem sido conduzida. Esta é a quarta semana em greve. Muito se conversou desde o mês de abril do ano passado, mas até agora o Metrô-DF insiste em dizer que precisa de mais prazo para fazer uma contraproposta às reinvindicações dos trabalhadores. Nove meses se passaram desde que essa suposta negociação começou, e ainda assim insistem em dizer que precisam de mais prazo? Causa revolta esse argumento utilizado pelos dirigentes da empresa. Chamam a isso de processo de negociação? Isso não é negociação. Isso é simulação de negociação.
E quando não pedem prazo, alegam que não têm poderes para decidir. E é por isso que essa greve começou. E é por isso que essa greve continua. Infelizmente, os representantes dos trabalhadores têm se reunido nesses 9 meses com os mais variados personagens enviados para a mesa de negociação, os quais, lamentavelmente, não detém poderes para negociar. Causa irritação essa estratégia de enrolação adotada pela empresa e pelo governo. Por que é que quem decide de verdade não aparece e decide alguma coisa? Se, verdadeiramente, somente o Governador pode resolver a questão, por que é, então, que ele não aparece e negocia com os trabalhadores?
Não há como essa greve acabar sem um acordo. Não há como fechar um acordo sem proposta. Não há como obter uma proposta com pessoas que não podem propor nada.
Lamentamos profundamente esse cenário de descaso com que os trabalhadores têm sido tratados. Lamentamos profundamente a inércia do governo e do Metrô-DF que resulta nessa que é a mais longa greve da história do Metrô-DF.
A greve teve início no dia 12 de dezembro. Os metroviários se reuniram em assembleia nos dias 12, 14, 16, 19, 21, 23, 27, 29 e hoje, 03 de janeiro de 2012. Em cada uma delas a greve poderia ter acabado. Poderia, desde que houvesse uma proposta razoável. Mas o Metrô-DF até agora não demonstrou preocupação com isso. E é somente por isso que a greve continua.

FONTE: SINDMETRO-DF
Publicado em 03 de janeiro de 2012.

Denúncia ao quadro do programa "ZORRA TOTAL"

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo recebeu no dia 05/10 uma carta de Aparecida Gonçalves, Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres. A Secretária parabeniza e endossa a campanha realizada pelo Sindicato contra o assédio sexual nos transportes públicos, com destaque à denúncia ao quadro “Metrô Zorra Total”.
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O Sindicato formaliza hoje à Rede Globo a exigência de retirada do quadro, que claramente incita a violência sexual contra as mulheres nos transportes públicos. Um documento será protocolado às 16 horas, na sede da emissora (rua Doutor Evandro Carlos de Andrade nº 160, Itaim Bibi).
“De fato, sabemos que os meios de comunicação são portais de formação para a sociedade e que pelos seus alcances podem compactuar com os conceitos que desqualificam as mulheres e reafirmam a desigualdade de gênero de forma massificada. Assim sendo, apoiamos a campanha de conscientização da sociedade, em especial à população que utiliza o metrô como meio de transporte, e ratificamos a solicitação junto à emissora para que o quadro seja resignificado ou retirado de sua programação”, diz um trecho da correspondência.
Acesse AQUI a CARTA da Secretária Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.
Acesse AQUI a CARTA que será entregue a Rede Globo.
Fonte: Sindicato dos Metroviários de SP